- Oi Pê.Ela estava de cabeça baixa e sua voz era fraca. Ele percebeu que ela havia se esforçado para falar aquelas duas simples palavras. - Oi amor, o que houve? Você parecia muito angustiada no telefone.Ela se sentou embaixo da árvore e se aconchegou nos braços de Peter. Seus olhos já estavam encharcados.- Ah Mel, não fique assim, eu estou aqui!Ele sentiu o choro dela aumentar e subitamente abraçou-a com todas as suas forças. Ela retribuiu.Quando finalmente se sentiu mais serena, Mel se afastou e começou a mexer desesperadamente em sua bolsa. Retirou de lá um envelope e ficou segurando-o durante um tempo antes de entregar à Peter.- Eu fui no hospital hoje com a mãe buscar uns exames e…- Não me diga, eu vou ser pai?! - sua voz era alegre e ele já começava a sorrir.- Infelizmente não. Seria realmente muito bom se fosse isso, mas não, eu não estou grávida.- Ah, que lástima. Mas seria realmente muito bom se…Ela o interrompe.- Minha mãe está com câncer em estágio terminal.Ele não acreditava no que tinha ouvido, até pensou em perguntar “o quê?” mas tinha escutado muito bem as palavras que ela dissera e sabia o quão difÃcil foi de articulá-las. Peter conhecia a mãe dela, Trisha. Era uma mulher guerreira, trabalhou a vida inteira para garantir uma boa educação e uma boa casa para Melanie, mas era sozinha. Havia se separado quando Mel tinha apenas cinco anos e desde então eram apenas as duas. - Ela vai morrer, Pê! Minha mãe vai morrer… Mel chorava profundamente nas mangas de sua blusa, enquanto murmurava algumas palavras. Peter a cercou com os braços, formando uma espécie de barreira. Ele era a barreira, mas no desenlace ele seria o bloqueio, o bloqueio que a protegeria contra todo o mal do mundo, que a amaria para sempre e a salvaria no final do dia.
"Save her at the end of the day"
Peter estava sentado na sombra de um carvalho quando ela chegou. Era um dia alegre, quente e ensolarado, mas Mel estava desanimada e incrivelmente fria.
- Oi Pê.Ela estava de cabeça baixa e sua voz era fraca. Ele percebeu que ela havia se esforçado para falar aquelas duas simples palavras. - Oi amor, o que houve? Você parecia muito angustiada no telefone.Ela se sentou embaixo da árvore e se aconchegou nos braços de Peter. Seus olhos já estavam encharcados.- Ah Mel, não fique assim, eu estou aqui!Ele sentiu o choro dela aumentar e subitamente abraçou-a com todas as suas forças. Ela retribuiu.Quando finalmente se sentiu mais serena, Mel se afastou e começou a mexer desesperadamente em sua bolsa. Retirou de lá um envelope e ficou segurando-o durante um tempo antes de entregar à Peter.- Eu fui no hospital hoje com a mãe buscar uns exames e…- Não me diga, eu vou ser pai?! - sua voz era alegre e ele já começava a sorrir.- Infelizmente não. Seria realmente muito bom se fosse isso, mas não, eu não estou grávida.- Ah, que lástima. Mas seria realmente muito bom se…Ela o interrompe.- Minha mãe está com câncer em estágio terminal.Ele não acreditava no que tinha ouvido, até pensou em perguntar “o quê?” mas tinha escutado muito bem as palavras que ela dissera e sabia o quão difÃcil foi de articulá-las. Peter conhecia a mãe dela, Trisha. Era uma mulher guerreira, trabalhou a vida inteira para garantir uma boa educação e uma boa casa para Melanie, mas era sozinha. Havia se separado quando Mel tinha apenas cinco anos e desde então eram apenas as duas. - Ela vai morrer, Pê! Minha mãe vai morrer… Mel chorava profundamente nas mangas de sua blusa, enquanto murmurava algumas palavras. Peter a cercou com os braços, formando uma espécie de barreira. Ele era a barreira, mas no desenlace ele seria o bloqueio, o bloqueio que a protegeria contra todo o mal do mundo, que a amaria para sempre e a salvaria no final do dia.
- Oi Pê.Ela estava de cabeça baixa e sua voz era fraca. Ele percebeu que ela havia se esforçado para falar aquelas duas simples palavras. - Oi amor, o que houve? Você parecia muito angustiada no telefone.Ela se sentou embaixo da árvore e se aconchegou nos braços de Peter. Seus olhos já estavam encharcados.- Ah Mel, não fique assim, eu estou aqui!Ele sentiu o choro dela aumentar e subitamente abraçou-a com todas as suas forças. Ela retribuiu.Quando finalmente se sentiu mais serena, Mel se afastou e começou a mexer desesperadamente em sua bolsa. Retirou de lá um envelope e ficou segurando-o durante um tempo antes de entregar à Peter.- Eu fui no hospital hoje com a mãe buscar uns exames e…- Não me diga, eu vou ser pai?! - sua voz era alegre e ele já começava a sorrir.- Infelizmente não. Seria realmente muito bom se fosse isso, mas não, eu não estou grávida.- Ah, que lástima. Mas seria realmente muito bom se…Ela o interrompe.- Minha mãe está com câncer em estágio terminal.Ele não acreditava no que tinha ouvido, até pensou em perguntar “o quê?” mas tinha escutado muito bem as palavras que ela dissera e sabia o quão difÃcil foi de articulá-las. Peter conhecia a mãe dela, Trisha. Era uma mulher guerreira, trabalhou a vida inteira para garantir uma boa educação e uma boa casa para Melanie, mas era sozinha. Havia se separado quando Mel tinha apenas cinco anos e desde então eram apenas as duas. - Ela vai morrer, Pê! Minha mãe vai morrer… Mel chorava profundamente nas mangas de sua blusa, enquanto murmurava algumas palavras. Peter a cercou com os braços, formando uma espécie de barreira. Ele era a barreira, mas no desenlace ele seria o bloqueio, o bloqueio que a protegeria contra todo o mal do mundo, que a amaria para sempre e a salvaria no final do dia.
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